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A avó de Tales Alvarenga
Tales Alvarenga, para que não sabe, é um dos colunistas da Revista Veja. Na revista de número 1888 de 19/01/2005 o mesmo escreveu um artigo intitulado “Santo nome em vão”.
Inicia o mesmo afirmando que vovós dizem que pessoas inteligentes não discutem política, ideologia e religião. Todavia, desobedecendo ao conselho de sua avó, o mesmo envereda pelo caminho da religião para discorrer sobre a impotência divina em relação aos eventos da natureza ou qualquer outra coisa que tenha a ver com a existência do ser humano.

autor
Antonio Carlos Barro
É Presidente da Faculdade Teológica Sul-Americana, na mesma cidade. É formado em teologia, com mestrado e doutorado pelo Fuller Theological Seminary, nos Estados Unidos

 
Tales Alvarenga, para que não sabe, é um dos colunistas da Revista Veja. Na revista de número 1888 de 19/01/2005 o mesmo escreveu um artigo intitulado “Santo nome em vão”.

Inicia o mesmo afirmando que vovós dizem que pessoas inteligentes não discutem política, ideologia e religião. Todavia, desobedecendo ao conselho de sua avó, o mesmo envereda pelo caminho da religião para discorrer sobre a impotência divina em relação aos eventos da natureza ou qualquer outra coisa que tenha a ver com a existência do ser humano.

Resumindo seu pensamento:

1) Deus não interfere nos detalhes da vida de uma pessoa;
2) Se Deus interferisse não aconteceriam tantos desastres e tragédias no mundo;
3) Deus contempla os acontecimentos do mundo com cara de paisagem e vez por outra alguém consegue arrancar dele um milagre;
4) Deus não deveria ser incomodado com pedidos de qualquer ordem porque ele nada pode fazer.

O autor é cético e afirma não acreditar em milagres e se milagres fossem possíveis, as crianças transformariam o mundo numa Disney World  e os homens transformariam todas as mulheres em Carolinas Dieckmann. A ousadia de Tales Alvarenga vai mais além ao afirmar que somente alguém totalmente mentecapto poderia crer que “Deus tem sempre alguma razão para agir, mas seus desígnios são insondáveis”. A fé que é crida desde os tempos eternos, segundo ele, é apenas produto do folclore humano. Como responder a alguém tão cético?

Manter viva a nossa esperança no Senhor da História e continuar trabalhando para demonstrar ao mundo o amor de Deus em nossas ações contínuas de misericórdia e compaixão. A nossa vantagem em relação aos ateus e céticos é que eles, por não terem esperança nem nesta vida e nem na vida futura, não fazem quase nada por seus semelhantes. Pesquise em sua cidade quantos asilos, creches, orfanatos, casas de recuperação, escolas, programas de alfabetização são mantidos por ateus! Provavelmente você não irá encontrar.

Miseráveis são as pessoas que não possuem esperança eterna!

 

 

   
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