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“Porque tive fome,
e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber...” (Mateus
25.35).
O Dicionário Aurélio define fome como: “Grande apetite de
comer, urgência de alimento, subalimentação, falta do necessário, penúria,
miséria. Míngua de víveres, escassez”. Lendo essa definição no papel, até
parece que fome não é algo tão ruim assim. Porém, essa leitura é meramente
acadêmica.
Perguntemos agora para quem passou fome ou está passando fome o que é ter
fome e, provavelmente, teremos uma outra resposta. Resposta talvez não tão
bem elaborada, mas que certamente refletirá a angústia e o desespero em
saber que aquele buraco dentro do estômago não será preenchido.
A fome
tem estado nos noticiários. A fome no Nordeste brasileiro, na África e na
Índia tem dizimado muitas vidas. São pais e mães desesperados porque não
podem alimentar suas crianças. São crianças desnutridas, tentando crescer
sem aqueles alimentos básicos para um desenvolvimento sadio. O campo e os
animais também padecem chicoteados por uma seca impiedosa.
O que
podemos fazer? Nada, dirão alguns. É a vida, faz parte do destino, dirão
outros. Isso é responsabilidade dos governos, bradarão os mais exaltados. Os
verdadeiros cristãos, porém, dirão: não podemos fazer muito, mas podemos
fazer alguma coisa, como por exemplo:
• Orar
em favor do povo que sofre por causa da fome e pedir que Deus mande chuva,
alimentos e roupas;
•
Enviar alguma oferta para as missões que trabalham nas regiões mais carentes
do mundo;
•
Oferecer-se como voluntário por um período de tempo para ajudar nas regiões
mais necessitadas.
"Tive
fome", disse Jesus. Você já teve fome?
“Senhor, ensina-me a repartir com os mais necessitados uma parte do muito
que tens me dado”.
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